segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Matraquilhos Ganha Supertaça 2015/2016

Fonte: Diário Insular | Desporto | Futsal | Mateus Rocha | 21.SET.2015


MATRAQUILHOS VENCE (3-1, APÓS PROLONGAMENTO) PORTO JUDEU E ARRECADA SUPERTAÇA


Vitória merecida 
em hino ao futsal


 MATRAQUILHOS junta supertaça "António Faustino de Borba" à taça de ilha


Êxito do Matraquilhos não oferece discussão, bem como a atitude exemplar do Porto Judeu. Fair-play dentro e fora das quatro linhas. 
MATEUS ROCHA |di



GDCP Porto Judeu, campeão da ilha Terceira, e Matraquilhos FC, detentor da taça de ilha, enfrentaram-se, sábado, no pavilhão municipal de Angra, para a disputa da Supertaça de Futsal "António Faustino de Borba".

Além de representar o arranque oficial da época 2015/16, o desafio tinha como atrativo extra o facto de ambas as equipas estarem inseridas no quadro da primeira edição do Campeonato Nacional da Segunda Divisão - Série Açores, o que conferia ao mesmo uma espécie de estatuto pré-nacional.

Levando em linha de conta os antecedentes de Porto Judeu e Matraquilhos, bem como os objetivos para a campanha que agora se inicia, o grémio da Terra Chã surgia como favorito, conquanto o titular do cetro maior do futsal local não descurasse a eventualidade de surpreender - até porque, nestas coisas do desporto, não há vencedores antecipados.

Diga-se desde já que a peleja não defraudou as expetativas. Antes pelo contrário. Os intervenientes assumiram sem rodeios estratégias de acordo com aquilo que se projetava, ou seja, o Matraquilhos a pressionar alto e a querer mandar no jogo, ao passo que o Porto Judeu devidamente organizado no plano defensivo e à procura de transições rápidas.

Acontece que o maior caudal atacante do conjunto de Nuno Vieira esbarrou nos postes da baliza contrária (cinco remates no total) e na superior prestação do guarda-redes Victor Hugo. Os dois golos quase de enfiada (primeiro para o Porto Judeu e na resposta para o Matraquilhos) faziam prever um embate recheado de remates certeiros, mas a verdade é que o marcador apenas voltou a funcionar no prolongamento.

Até lá, o Matraquilhos foi quase sempre mais atacante, só que, para além de enfrentar um rival sobremaneira estruturado nos processos defensivos, pecou em demasia na finalização. Com o passar do tempo e o desgaste entretanto acumulado, a abnegada turma de José Carlos apelava ao espírito de entreajuda para resistir -contando com a preciosa ajuda dos deuses da fortuna -, ficando cada vez mais distante da baliza matraquilhense. 

Em determinados momentos da etapa complementar, o domínio do MFC chegou a ser asfixiante, só que a bola teimava em não entrar e o jogo entrelinhas abalroava na atitude guerreira do antagonista. Nem mesmo a quinta falta do Matraquilhos, a sete minutos e meio do final do tempo regulamentar, alterou a fisionomia da partida.

Somente no prolongamento é que o Matraquilhos se reencontrou com o golo (um em cada parte). A partir daqui, estava definido o vencedor, atendendo a que o Porto Judeu - agora obrigado a sair da sua zona de conforto - não denotava capacidade física e anímica para alterar o rumo da contenda. 

Cinco notas de rodapé: a salutar determinação de todos os atletas, a atuação positiva da equipa de arbitragem, o ambiente de fair-play vivido dentro e fora das quatro linhas,o minuto de silêncio em memória do pai do atleta do MFC, José Bretão, e a ausência de medalhas para os vencidos - até porque se há jogo em que os derrotados também merecem ficar para a história este foi, com certeza, um deles.

SUPERTAÇA DE FUTSAL
Pavilhão Municipal de Angra do Heroísmo.
Árbitros: Duarte Mourão e Marco Carvalho (AFAH).
Cronometrista: Hélder Linhares.

Ao intervalo:
1-1

Porto Judeu 1
Victor Hugo
Clávio
Betinho
Jorge Rui
Edgar

SUPLENTES
Nuno Mendonça, Luís Maciel, Marco André, Paulo Melo (cap.), Serreta, Marlon e Carlinhos.

TREINADOR
José Carlos.

Matraquilhos 3
Ricardo
Tércio
Carlos Rui
Brruna
Melo

SUPLENTES
Dárcio, Laurindo, Diego, Poim, Fábio, Cardoso (cap.), Piolho e Márcio.

TREINADOR
Nuno Vieira.

Disciplina: cartão amarelo para Betinho, Luís Maciel; Dárcio, Laurindo, Diego e Carlos Rui.
Marcadores:Betinho (7m); Laurindo (7m), Melo (45m) e Poim (47m).


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Calendário do VII Torneio Amizade MFC


1.º Dia do VII Torneio Amizade MFC
1.º Jogo do Grupo A
09.09.2015 | 20h00 | Matraquilhos - Posto Santo
1.º Jogo do Grupo B
09.09.2015 | 21h30 | Casa Ribeira - Lusitânia

Programa Apresentação Oficial MFC 2015/2016
Local: Pavilhão Escola Tomás Borba
A apresentação oficial do plantel MFC 2015/2016 estará
integrada no VII Torneio Amizade e realizar-se-á antes do início do 1.º jogo do torneio a 09-09-2015 (quarta-feira, tendo o seguinte programa:
18h30
- Apresentação Oficial da Equipa MFC 2015/2016
- Homenagem Libânio Silva
20h00
1.º Jogo do VI Torneio Amizade
Matraquilhos - Posto Santo
MA-TRA-QUI-LHOS!!!

No intervalo do 1.º jogo Matraquilhos - Posto Santo
Entrega Faixas Campeões em 2014/2015 – Juniores B
- Vencedores do Torneio de Abertura
- Vencedores da Taça Ilha Terceira
- Campeão Ilha Terceira


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"Torneio Amizade em futsal reúne seis equipas locais"

Fonte: Diário Insular | Desporto | Futsal | 26.AGO.2015

ORGANIZAÇÃO DO MATRAQUILHOS FUTEBOL CLUBE


Torneio Amizade em futsal 
reúne seis equipas locais 


 PAVILHÃO da escola Tomás de Borba alberga torneio entre 09 e 12 de setembro

Matraquilhos, Posto Santo, União Praiense (Grupo "A"); Casa da Ribeira, Lusitânia e São Brás (Grupo "B") dão corpo ao evento que decorre em setembro.






O Matraquilhos Futebol Clube leva a efeito, no próximo mês de setembro, a VII edição do já tradicional Torneio Amizade, na modalidade de futsal. A prova decorre no pavilhão do complexo desportivo da escola Tomás de Borba, em São Carlos, estando, na primeira fase, as seis equipaspresentes divididas em dois grupos, assim constituídos:

Grupo "A": Matraquilhos Futebol Clube, Clube Desportivo do Centro Comunitário do Posto Santo e União Desportiva Praiense.

Grupo "B": Grupo Desportivo da Casa da Ribeira, Sport Clube Lusitânia e Casa do Povo de São Brás.

Vejamos, então, a calendarização do torneio:

1.º Dia, quarta-feira, 09 de setembro: 1.º Jogo - Grupo "A", 19h30, Matraquilhos - Posto Santo; 1.º Jogo - Grupo "B", 21h00, Casa da Ribeira - SC Lusitânia.

2.º Dia, quinta-feira, 10 de setembro, 2.º Jogo - Grupo "B", 19h30, CP São Brás - SC Lusitânia; 2.º Jogo - Grupo "A", 21h00, Posto Santo - União Praiense.

3.º Dia, sexta-feira, 11 de setembro, 3.º Jogo - Grupo "A", 19h30, Matraquilhos - União Praiense; 3.º Jogo - Grupo "B", 21h00, Casa da Ribeira - CP São Brás.

4.º Dia, sábado, 12 de setembro, Apuramento 5.º/6.º lugares, 17h00, 3.º Classificado Grupo "A" - 3.º Classificado Grupo "B"; Apuramento 3.º/4.º lugares, 18h30, 2.º Classificado Grupo "A" - 2.º Classificado Grupo "B"; Final, 1.º/2.º lugares, 20h30, 1.º Classificado Grupo "A" - 1.º Classificado Grupo "B".

APRESENTAÇÃO

Por outro lado, a apresentação oficial do Matraquilhos FC para a temporada desportiva 2015/16 está integrada no VII Torneio Amizade e efetua-se antes do início do primeiro jogo do torneio, a 09 de setembro, no pavilhão da escola Tomás de Borba, mediante o seguinte programa:

18h00 - Concentração dos atletas no pavilhão.

18h15 - Apresentação oficial da equipa Matraquilhos FC 2015/16 e homenagem a Libânio Silva. 19h30 - 1.º Jogo do VII Torneio Amizade Matraquilhos FC e entrega de faixas aos campeões de juniores "B" da época 2014/15.

SEGUNDA DIVISÃO DE FUTSAL
Série Açores definida
Está definida a composição e calendário da primeira edição do Campeonato Nacional da Segunda Divisão de Futsal - Série Açores, escalão de seniores masculinos, conforme, aliás, demos conta em edições anteriores.
Assim, o quadro competitivo, que se disputa entre 24 de outubro (primeira jornada) e 13 de fevereiro (14.ª jornada), comporta oito equipas, sendo metade (quatro) da ilha Terceira: Casa da Ribeira, Academia dos Biscoitos, Matraquilhos e Porto Judeu.
Completam o ramalhete Norte Crescente, Atalhada, Vila Franca (os três da ilha de São Miguel) e Fazendense (emblema da ilha das Flores que se sagrou campeão açoriano 2014/15 e único representante da Associação de Futebol da Horta).
A ronda de abertura, agendada para 24 de outubro, engloba as pelejas Atalhada - Norte Crescente, Casa da Ribeira - Academia dos Biscoitos, Matraquilhos - Vila Franca e Fazendense - Porto Judeu. A prova, que se prevê sobremaneira animada, disputa-se a duas voltas (o que corresponde a 14 jornadas), a pontos, no sistema de todos contra todos.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Programa Angra Ativa, Concelho Saudável | 2015


Colaboração do MFC na organização do Programa Ativa, Concelho Saudável

A Direcção do Matraquilhos vem por este meio comunicar a todos os seus atletas, sócios e simpatizantes e público em geral que no próximo dia 22 de Agosto de 2015 pelas 17h00 estará presente no Programa Angra Activa, Concelho Saudável no Relvão.

Data: 22 Agosto 2014 (sábado)

Hora: 17h00

Local: Relvão

Agradecemos que quem necessitar de transporte informe atempadamente.

Transportes:

Terra-Chã: 15h30 Império Bairro
Lameirinho: 15h45 Império Lameirinho
Actividade: Mini Jogos entre os presentes.


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Treinador Nuno Vieira destaca mérito do Matraquilhos na 2.ª Divisão de Futsal | "Manutenção permitiu fortalecer identidade"

diário insular | desporto | futsal | 10.AGO.2015

ENTREVISTA COM NUNO VIEIRA, TREINADOR DO MATRAQUILHOS


NO TOPO DO 
FUTSAL DOS AÇORES


TREINADOR NUNO VIEIRA DESTACA MÉRITO DO MATRAQUILHOS NA 2.ª DIVISÃO DE FUTSAL


Manutenção permitiu
fortalecer identidade


 NUNO VIEIRA: "Formámos uma família, que se uniu e trabalhou para conseguirmos este sucesso que marca - e muito - o nosso percurso"

O mérito é do coletivo: de jogadores, corpo técnico, direção e adeptos. Nuno Vieira destaca a união como fator decisivo para a manutenção na 2.ª Divisão de Futsal. Matraquilhos foi a melhor equipa açoriana na época passada.

LUÍS ALMEIDA  |di

Objetivo consumado, época, logicamente positiva para o Matraquilhos Futebol Clube, que foi capaz de garantir a manutenção na 2.ª Divisão de Futsal. Que base permitiu o sucesso da equipa em 2014/15?
Acima de tudo, as pessoas que sustentam este projeto e a força de que, quando trabalhamos todos para o mesmo objetivo, somos efetivamente mais fortes. Refiro-me aos meus atletas e à sua dedicação e empenho nos dez meses da época, mas também àdireção, que tudo fez para termos condições, sem esquecer os nossos adeptos, que acreditaram do primeiro ao último dia. Formámos uma família, que se uniu e trabalhou para conseguirmos este sucesso que marca - e muito - o nosso percurso.

O Matraquilhos já havia disputado este patamar competitivo na temporada de 2012/13 (falhando, no entanto, a manutenção), sendo que alguns jogadores do plantel anterior também faziam parte dessa equipa. Até que ponto esta experiência acumulada foi importante?São, de facto, fatores que fazem parte do nosso percurso e que contribuíram para o que agora conseguimos, não só pelo crescimento e experiência acumulada dos jogadores, como também pela estrutura e pela parte técnica. Não podemos colocar a aprendizagem apenas nos atletas, mas sim em tudo o que envolve a equipa.

Sentiu, de facto, uma evolução no futsal praticado pelo Matraquilhos?Sim, claramente. Evoluímos nos aspetos técnico-táticos e a nível da maturidade competitiva, assim como psicologicamente, principalmente no acreditar mais em nós próprios. Fortalecemos a nossa identidade e focamo-nos nos nossos processos.

"Últimos jogos valorizaram
tudo o que fizemos"


VALORIZAÇÃO

Foi um campeonato mais difícil do que em 2012/13?
Todos os campeonatos são difíceis, têm as suas particularidades e não existem épocas iguais. Em 2012, fomos às escuras. Esta época sabíamos ao que íamos e fomos para competir, mas deparámo-nos com jornadas duplas na primeira fase, que aumentaram a exigência a vários níveis.

O arranque da segunda fase da competição até nem foi satisfatório, com três jogos sem vencer e uma classificação fora dos objetivos traçados. Até que ponto o triunfo gordo (8-1) no reduto do rival Posto Santo motivou para a ponta final do campeonato? A verdade é que, depois dessa partida, foram quatro jogos consecutivos sem perder, com três vitórias de uma enfiada...Individualizar o nosso percurso num só jogo é injusto e desvaloriza o nosso trabalho de dez meses.Sabíamos que, falhando na fase decisiva, os nossos objetivos caíam. E queríamos muito a manutenção. Na nossa perspetiva, os últimos jogos valorizaram tudo o que foi feito para trás.

No final da época, o Matraquilhos acabou mesmo por sagrar-se a melhor equipa açoriana em prova. É um desfecho que supera as expectativas?Ao definirmos os nossos objetivos no início da época, "ser o melhor clube açoriano" foi registado como um objetivo secundário, que felizmente se veio a concretizar. Contudo, não foi uma obsessão, foi uma situação que surgiu e que valorizou ainda mais todo o nosso percurso em 2014/2015. Consegui-lo apenas com um plantel açoriano é um facto que teve muito valor para nós. É meritório.

NOVA ÉPOCA

Qual será a base do plantel para a próxima temporada?
Uma vez mais, a base do plantel manter-se-á na sua maioria. Somos felizes por existir uma identificação dos atletas com o clube e do clube com os atletas.

No que toca a novos elementos, pode avançar com nomes para reforço do plantel?Mário Lima, ex-Barbarense, Diogo Silveira, ex-Casa Ribeira, Bruno Machado, ex-Barbarense, Juliano Medeiros, ex-Lusitânia, Márcio Mendes, ex-Posto Santo, Rafael Melo, ex-União e o Nelson Martins, que não competiu a época passada, são reforços.

Apesar do crescimento do futsal, reforçar as equipas, especialmente neste nível competitivo, é uma tarefa difícil?A nossa realidade geográfica e financeira coloca-nos limitações que temos de saber ultrapassar e a solução passa por valorizar os nossos jogadores. Além desse fator, existemquatro equipas da Terceira nesta Série Açores e todos querem os melhores nos seus plantéis.

JOGO A JOGO

Com que objetivos a equipa se vai apresentar na nova época?
Tendo em conta a realidade competitiva em que o Matraquilhos vai estar inserido, os objetivos da época serão traçados jogo a jogo. Pretendemos ser fiéis à nossa identidade, procurando disputar a melhor classificação possível.

Que papel terá na próxima época - ou, até, a breve trecho - a formação do Matraquilhos dentro do plantel sénior?Uma vez mais, daremos oportunidade aos jovens da formação do MFC, sendo que o Diogo Ávila será a mais recente aposta no plantel sénior. Ainda assim, outros atletas que no último ano vestiram a camisola sénior terão novamente a possibilidade de trabalhar com a equipa principal.


 TREINADOR do Matraquilhos não aponta objetivos concretos para 2015/16


Foi também uma época de valorização para si, enquanto treinador? Qual a importância que dá à sua própria formação e que ambições pessoais tem na modalidade?Acreditei que tinha capacidade e valor para estar a este nívele esse objetivo foi alcançado com os meus jogadores, dirigentes e adeptos. Como já referi anteriormente, este crescimento individual fez-se dentro de um projeto coletivo, onde todos saímos valorizados.
Quando se quer ensinar, nunca se pode deixar de aprender, por isso continuo a dedicar-me, nas fases de transição entre épocas, a participar em ações com treinadores de referência e faço-o para poder melhorar as minhas competências e conseguir ajudar os meus jogadores a serem melhores. Ainda assim, ambiciono tirar o curso de treinador de Nível III. Outras ambições passam por ser feliz a treinar, ver a minha equipa jogar bem e ganhar. Quem trabalha comigo sabe onde quero e pretendo chegar e isso passa por continuar a sonhar, a desafiar-me e a desafiar aqueles que trabalham comigo.


Evoluir internamente

Mesmo mantendo-se na 2.ª Divisão, o Matraquilhos vai integrar a... Série Açores na próxima temporada. Num quadro competitivo que, na primeira fase, se limita a jogos inter-ilhas, sente que esta manutenção é quase como que descer de divisão?Não concordo com esta perspetiva, pois descer da 2.ª Divisão implicaria ir para o campeonato de ilha. Isso sim seria uma queda grande dentro do percurso do Matraquilhos nas competições nacionais de futsal.

Ainda assim, a nova Série Açores de Futsal tem sido, de facto, muito criticada. Em sua opinião, qual seria a solução ideal?É um modelo com o qual, conforme já assumi, não concordo. Comparo a nossa situação com a Madeira, que continuará a competir com as séries do continente, permitindo, deste modo, evoluir desportivamente. O mesmo não se passará na Série Açores, porque este modelo elimina este patamar intermédio para a subida à 1.ª Divisão. Não me compete a mim definir quadros competitivos, pelo que a solução passa por evoluirmos internamente para que o representante dos Açores se apresente competitivo na segunda fase.