segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

"Matraquilhos apurado na Taça de Portugal"

Diário Insular | Desporto | Futsal | 24.11.2014

Matraquilhos apurado na Taça de Portugal

As duas equipas terceirenses presentes na prova tiveram sortes diferentes na segunda eliminatória da Taça de Portugal de Futsal Masculino. No sábado, o CDCC Posto Santo cedeu por 7-4 no reduto do Domus Nostra, ao passo que, ontem, o Matraquilhos FC ganhou em casa do Tires Futsal (3-2 no desempate por pontapés da marca de grande-penalidade, com 3-3 após prolongamento). 
Quanto aos conjuntos micaelenses, atuando dentro de portas, seguiram em frente. O Rabo de Peixe derrotou o União Montemor por 3-2, sendo que o Operário ultrapassou o Albufeira Futsal por 4-3.

AFAH

No âmbito da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (AFAH), a sexta jornada, última da primeira fase, do Torneio de Abertura de Futsal, escalão de seniores masculinos, apresentou os seguintes resultados:

Grupo "A": Academia dos Biscoitos 7 - Ladeira Grande 1. Folgou o Lusitânia. Classificação final: 1.º Academia dos Biscoitos 12 pontos, 2.º Lusitânia 6, 3.º Ladeira Grande 0. 

Grupo "B": São Brás 4 - União Praiense 0 e Porto Judeu 4 - Barbarense 7. Classificação final: 1.º Barbarense 12 pontos, 2.º São Brás 9, 3.º Porto Judeu 8, 4.º União Praiense 5.

Grupo "C": São Carlos 7 - União Sebastianense 6 e CD 12R 2 - Casa da Ribeira 9. Classificação final: 1.º Casa da Ribeira 18 pontos, 2.º União Sebastianense 7, 3.º CD 12R 7, 4.º São Carlos 3. 

Grupo "D": São Sebastião 3 - Matraquilhos 6. Folgou a Agualva. Classificação final: 1.º Matraquilhos 10 pontos, 2.º Agualva 5, 3.º São Sebastião 1.

Por outro lado, a segunda eliminatória (quartos-de-final) da Taça Ilha Terceira de Futsal, escalão de seniores masculinos, efectuada a uma só mão, concretiza-se no dia 29 de novembro, sábado, às 19:00 (salvo alguma alteração, como é o caso, por exemplo, da partida em que participa o Matraquilhos), mediante o seguinte programa:

São Sebastião - São Brás (pavilhão da escola Francisco Ferreira Drummond, em São Sebastião)

Matraquilhos - Porto Judeu (pavilhão do complexo desportivo da escola Tomás de Borba)

União Praiense - Posto Santo (pavilhão do complexo desportivo da escola Vitorino Nemésio) e Academia dos Biscoitos - Casa da Ribeira (pavilhão da escola dos Biscoitos).

quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Notícia curiosa que chegou-nos através do nosso atleta Libânio Silva:

Notícia curiosa que chegou-nos através do nosso atleta Libânio Silva:

"No passado dia 17.11.2014 houve uma Ação de Formação organizada pela Cáritas intitulada "Seminário Ensino Não-Formal 
Que futuro e que oportunidades?"

Nessa formação, o Prof. Universitário Bravo Nico (Universidade de Évora) depois de ter vindo de avião com a equipa dos Matraquilhos, falou do MFC nos seguintes termos:

"Os Matraquilhos devem ser uma grande escola de cidadania." 
Isto depois de ter chegado à Terceira e ter ido questionar os responsáveis da Cáritas sobre quem eram os Matraquilhos. 

"Os Matraquilhos deviam ter um canal televisivo para mostrarem aquilo que fazem"
O Prof. Bravo Nico nessa mesma formação sugeriu que fosse criado um canal para mostrar o trabalho da estrutura MFC.

É um orgulho pertencer a esta família. 

@ Salut"


segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

"Quando se confunde respeito com temor..." | "MATRAQUILHOS com segunda-parte de qualidade ante o candidato Os Vinhais"

Diário Insular | Desporto | Futsal | 3.NOV.2014


PRIMEIRA-PARTE PARA ESQUECER (0-4) DO MATRAQUILHOS COMPROMETE RESULTADO


Quando se confunde 
respeito com temor...


 MATRAQUILHOS com segunda-parte de qualidade ante o candidato Os Vinhais


Matraquilhos FC entrou assustado com o poderio do adversário e quando se libertou da pressão psicológica já perdia por 4-0.
MATEUS ROCHA | di
Com a derrota do Portela (5-3) frente ao AMSAC, Os Vinhais entrava no complexo desportivo Tomás de Borba, em São Carlos, como a única equipa sem derrotas no Campeonato Nacional da Segunda Divisão de Futsal - Série "E".

Um reforço anímico importante para os homens de Carlos Alberto que, em caso de duplo êxito na ilha Terceira, passariam a liderar a classificação geral, embora com mais um jogo (seis) do que a concorrência direta.

Sob a batuta do pivot Alex e com um futsal dinâmico, intenso e objetivo, Os Vinhais desde cedo que procurou assumir os cordelinhos da partida, exercendo uma pressão alta no meio-campo adversário e explorando a preceito as alas.

Porém, conquanto apresenta-se argumentos de reconhecida qualidade - a melhor equipa que vimos atuar esta época no pavilhão da escola Tomás de Borba -, Os Vinhais contou com a preciosa inércia do Matraquilhos que, bloqueado mentalmente, não conseguia expor no terreno as suas potencialidades.

As coisas ficaram ainda mais complicadas para os pupilos de Nuno Vieira com a obtenção do primeiro golo dos visitantes, pois, no espaço de três/quatro minutos, o marcador subiu para 0-4, ante o evidente anglicanismo dos locais.

Com o vencedor da peleja praticamente encontrado, o Matraquilhos libertou-se das amarras e, no início da etapa complementar, embalou para dez minutos de excelente futsal. Em poucos segundos reduziu para 2-4 e o 3-4 esteve muito perto de acontecer em quatro/cinco ocasiões.

Estimulado por uma claque incansável no apoio à equipa, o Matraquilhos gizou lances de fino recorte técnico e tático, ameaçando - imagine-se! - a até aí clara superioridade continental.

No entanto, a categoria intrínseca de futsalistas como Barros, Alex, Gonçalo Simões e Zezito acabou com as pretensões insulares. A machadada final surgiu com o autogolo de Fábio Raposo, que colocou o placard em 2-6, jogador que, a atuar então como guarda-redes avançado, fechou as contas (3-6) ao cair do pano.

Sem colocar minimamente em causa a justiça do triunfo do conjunto que viajou de Cascais (melhores fundamentos coletivos e individuais, superior ritmo competitivo e experiência nestas andanças), também é da mais elementar justiça reconhecer que, ao longo da primeira-parte, o grémio da Terra Chã foi demasiado subserviente, postura que Os Vinhas aproveitou para arrumar com a questão em quatro minutos. Valeu, com certeza, o puxão de orelhas do treinador Nuno Vieira ao intervalo.

A dupla de arbitragem, constituída por Filipe Torres e Paulo Órfão, efetuou trabalho merecedor de nota positiva, o que não invalida uma ou outra decisão, porventura, menos correta.

ÊXITO PRECIOSO Ontem, em duelo antecipado da sexta rodada, que se conclui no próximo sábado, dia oito de novembro, o Matraquilhos acolheu o Sassoeiros e venceu por 2-1. Tércio e Poim faturaram para as cores da Terra Chã. 

2.ª DIVISÃO - 5.ª JORNADA

Complexo Desportivo Tomás de Borba.
Árbitros: Filipe Torres e Paulo Órfão (AF Viana do Castelo).
Cronometrista: Hélder Linhares (AF Angra do Heroísmo).

Ao intervalo:
0-4

Matraquilhos 3
Ricardo
Dárcio
Tércio
Poim
Fábio Raposo

SUPLENTES
Nuno Cardoso (cap.), Diego, Duarte, Zé, Carlos Rui, Laranjo, Leite, Rochinha e Diogo.

TREINADOR
Nuno Vieira.

Vinhais 6
Tiago (cap.)
Gonçalo Simões
Pedro Ruben
Pedro Cravinho
Alex

SUPLENTES
Filipe Pereira, Zezito, Bruno Gomes, Barros, Nelson e Ricardo.

TREINADOR
Carlos Alberto.

Disciplina: cartão amarelo para Laranjo (14m), Zé (23m); Alex (15m), Pedro Ruben (17m) e Gonçalo Simões (22m).

Marcadores: Poim (21m), Carlos Rui (22m), Fábio Raposo (40m); Gonçalo Simões (7m), Barros (9, 10 e 28m), Zezito (10m) e Fábio Raposo (30m, autogolo).

quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

MA-TRA-QUI-LHOS!!!

Porque o Desporto não é feito apenas de Vitórias e os Adeptos Matraquilhenses Reconhecem e Valorizam o Esforço da Equipa mesmo nas Derrotas.
Momentos após o final do jogo da 1.ª jornada.
MA-TRA-QUI-LHOS!!!
video

segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

"Na Segunda Divisão "para competir"

Diário Insular | Desporto | Futsal | 13.10.2014

NUNO VIEIRA, TREINADOR DE FUTSAL DO MATRAQUILHOS FUTEBOL CLUBE


Na Segunda Divisão
"para competir"


 NUNO VIEIRA: "A ambição terá de estar sempre presente, mantendo o objetivo principal de lutar pela manutenção até ao limite"


A manutenção na Segunda Divisão é o principal objetivo, mas Nuno Vieira quer uma equipa ambiciosa. O técnico do MFC mostra-se desapontado com o novo modelo competitivo nacional.
LUÍS ALMEIDA |di






PORVENTURA DE FORMA UNÂNIME, O MATRAQUILHOS FUTEBOL CLUBE (MFC) ERA APONTADO COMO O PRINCIPAL CANDIDATO A CONQUISTAR A SÉRIE AÇORES DE FUTSAL NA TEMPORADA PASSADA. FEITAS AS DEVIDAS ANÁLISES, O QUE SIGNIFICA ESTA SUBIDA À SEGUNDA DIVISÃO, MAS SEM TROFÉU?
Tivemos a coragem de assumir a nossa candidatura ao título na Série Açores logo após a descida da Segunda Divisão e lutámos sempre por esse objetivo, até porque a primeira volta do campeonato é melhor do que aquela que realizámos na primeira edição da Série Açores, que o MFC venceu. Ou seja, somámos a totalidade dos pontos em disputa. Na segunda fase, talvez devido a algum facilitismo ou a dificuldades de controlo emocional, até pelos dois maus resultados logo no início da segunda volta, perdemos o nosso equilíbrio. Por outro lado, é justo atribuir méritos à equipa do Posto Santo nesta conquista.

NO FUNDO, O QUE SEPAROU AS DUAS EQUIPAS? ONDE COMEÇA O MÉRITO DE UM E O DEMÉRITO DE OUTRO?
Considero que há muito mérito do Posto Santo, sem dúvida alguma, mas também há muito demérito do MFC e nós temos consciência disso. Por outro lado, também tínhamos consciência de que seria uma das épocas mais difíceis desde que o clube atingiu os nacionais, isto porque chegávamos de um ano em que tínhamos sido campeões invictos e de outro em que disputámos a Segunda Divisão, uma prova muito exigente e em que as derrotas foram em muito maior número. Emocionalmente, isto terá afetado toda a estrutura, não só os jogadores, como toda a equipa técnica e direção. Gerir uma descida e, de imediato, assumir uma candidatura levou-nos a uma falta de equilíbrio que não era habitual no nosso grupo de trabalho. Isto pesou.

"Açores estão a ser
colocados de parte"
AINDA ASSIM, ACABOU POR SER UMA ÉPOCA POSITIVA?
Sim, se pensarmos que o objetivo principal foi consumado, ou seja, a subida à Segunda Divisão. Aliás, é bom não esquecer que o MFC disputou o título até ao fim.

FUTURO
COMO ANALISA A EDIÇÃO DE 2013/14 DA SÉRIE AÇORES, A ÚLTIMA ENQUANTO PROVA DE ÍNDOLE NACIONAL?
A Série Açores é uma competição positiva, mas o novo formato vai retirar-lhe interesse e motivação. Será uma prova um pouco mais competitiva do que o campeonato de ilha, algo que, na minha opinião, pode deixar de acontecer com o novo formato. As equipas, na Segunda Divisão, começam por competir entre si, para depois, numa segunda fase, disputarem o acesso à Primeira Divisão com adversários muito mais fortes, num quadro tremendamente desequilibrado.

QUAL SERIA A ALTERNATIVA?
A Terceira Divisão deixou de existir... Porventura, concentrar as equipas nas suas ilhas, programar um apuramento regional e apoiar, pelo menos, duas no atual formato da Segunda Divisão. Talvez fosse um cenário positivo. Penso que um nível intermédio seria sempre mais equilibrado para as equipas açorianas. No atual modelo, os Açores, de certa forma, estão a ser colocados de parte...

COLOCAR UMA EQUIPA AÇORIANA A LUTAR POR UMA SUBIDA AO TOPO DA MODALIDADE É UMA SOLUÇÃO QUE NÃO SE ADEQUA À REALIDADE DO FUTSAL REGIONAL?
Olhando para o processo de desenvolvimento da modalidade, a verdade é que este novo modelo extingue um patamar intermédio para os clubes açorianos. Claro que o clube que tem direito ao apoio da "palavra Açores" fica com outra capacidade para gerir este processo, mas esse salto é demasiado alto para os clubes que apenas trabalham com jogadores formados localmente. Numa primeira análise, pode parecer muito positivo ir jogar com os melhores, mas essa falta de equilíbrio pode ser muito prejudicial. Poderá existir frustração por falta de capacidade competitiva.

SENDO A PRÓXIMA ÉPOCA DE TRANSIÇÃO, PODE SER UM ANO SABÁTICO PARA AS EQUIPAS AÇORIANAS NA SEGUNDA DIVISÃO?
As quatro equipas açorianas presentes nesta competição têm consciência de que, segundo os regulamentos, ou se mantêm na Segunda Divisão, ou descem dos nacionais para as provas de ilha. É uma queda grande...

NOVA ÉPOCA

QUE ENSINAMENTOS O MFC RETIROU DA ESTREIA NA SEGUNDA DIVISÃO, REGISTADA HÁ DUAS ÉPOCAS, QUE AINDA POSSAM SER ÚTEIS NESTE REGRESSO?
O MFC teve uma enorme coragem quando decidiu enfrentar, em 2012/13, a Segunda Divisão. E ainda bem que a teve, mesmo sendo a época mais difícil que tivemos até hoje. Em termos de crescimento da estrutura e dos jogadores e enquanto equipa dentro de campo, penso que, neste momento, estamos a recolher os benefícios das dificuldades com que tivemos de lidar. Este é o nosso grande prémio. Se nos focarmos apenas no resultado, a ida à Segunda Divisão foi má. No entanto, esse não foi o nosso principal foco e a verdade é que, em termos de processo, evoluímos imenso. Sinto isto no dia-a-dia do clube.

PARA A NOVA TEMPORADA, ESTA ESTRUTURA DO MFC, EM TERMOS LOGÍSTICOS E DE SUPORTE HUMANO E FINANCEIRO, É A NECESSÁRIA PARA VOLTAR A ENFRENTAR A SEGUNDA DIVISÃO?
Sinceramente, apesar de todo o nosso amadorismo, a dedicação transcende todas as dificuldades. Mesmo no patamar nacional, o MFC tem muita competência para estar a este nível, não obstante a escassez de recursos humanos, quer dirigentes, quer, inclusive, no que toca à equipa técnica.

QUAIS SERÃO AS PRINCIPAIS DIFICULDADES?
Estávamos a contar com um campeonato regular, mas impuseram-nos jornadas duplas. Isto é algo desmotivante, porque mancha a verdade desportiva e desvaloriza o que o futsal açoriano tem feito pelo futsal nacional. Representamos cerca de 10% do universo nacional e isto está a ser desvalorizado. No entanto, como treinador, compete-me manter os jogadores focados no objetivo, que passa por disputar todos os pontos.

DE FORMA MAIS CONCRETA, A GRANDE META PASSA POR MANTER O CLUBE NESTE PATAMAR COMPETITIVO, OU SEJA, GARANTIR UM LUGAR NA FUTURA SÉRIE AÇORES DA SEGUNDA DIVISÃO NACIONAL?
Sem dúvida. No entanto, penso que o mais fácil será dizer que "será jogo a jogo". A ambição terá de estar sempre presente, mantendo o objetivo principal de lutar pela manutenção até ao limite.

CONHECE QUE NÍVEL COMPETITIVO IRÁ ENCONTRAR?
Vamos defrontar alguns adversários que encontrámos aquando da primeira participação na Segunda Divisão. No entanto, a mensagem que transmito para o grupo é a de que temos de estar focados apenas em nós próprios, trabalhando com seriedade e dedicação. A nossa identidade como equipa será o nosso grande foco.

QUAL É ESSA IDENTIDADE?
Jogar futsal "cara a cara", de posse, sem nos deixarmos intimidar pelos adversários e sem nos fixarmos apenas em defender. Crescemos porque jogámos de igual para igual, foi este um dos ensinamentos que retirámos da primeira participação. Neste momento, vamos para a Segunda Divisão para competir.

Aposta na continuidade

QUAL A BASE DO PLANTEL DO MFC? HÁ UM GRUPO DE CONTINUIDADE, OU EXISTEM DIFERENÇAS SUBSTANCIAIS PARA AQUELE QUE FEZ A ESTREIA NA SEGUNDA DIVISÃO?
Desde que o MFC atingiu os nacionais que há uma base de continuidade, algo que, para mim, é fundamental. É importante que os jogadores estejam adaptados ao clube e às minhas metodologias, pois se pretendemos ir para a Segunda Divisão competir, não podemos estar a formar jogadores neste momento. Precisamos de bases, de conceitos e de identidade. Neste momento, estou muito contente com o grupo de trabalho.

A FORMAÇÃO TEM - OU PODE VIR A TER - UM PAPEL MAIS ATIVO NO PLANTEL DO MFC?
Sou um sonhador, mas noto que, mesmo dentro da própria formação do MFC, somos nós a ter mais vontade do que eles. Percebo que a primeira época de sénior, por ser de transição, é um momento crítico, mas a desistência tem sido sempre o primeiro passo. No entanto, também já se deu o caso de atletas que chegaram da formação de outros clubes e que respeitam a história do MFC e dão muito valor ao facto de estarem nos seniores do Matraquilhos. Apontar culpados é o mais fácil... É uma falha do processo e do nosso contexto social.

MAS A FORMAÇÃO FOI TIDA COMO UM DOS PRINCIPAIS BALUARTES DO APARECIMENTO DO MFC...
E tanto assim é que, para esta temporada, apostamos em cinco seniores de primeira época, quatro deles formados no clube. Estamos a fazer o nosso papel e os nossos jovens não nos podem acusar de não fazermos esta aposta. Neste assunto, o problema será a palavra "projeto". Provavelmente, faltam-nos bons projetos na ilha.

COM DUAS MODALIDADES INTEGRADAS NO MESMO ORGANISMO, O FUTSAL SENTE-SE DEVIDAMENTE APOIADO PELA AFAH?
O futsal tem uma grande representatividade, mas não sentimos esse carinho na prática, como se vê por algumas medidas tomadas no passado, como, por exemplo, a não participação nas competições jovens nacionais. Agora surge a questão das jornadas duplas... Os clubes não são ouvidos e não há diálogo com a AFAH. Se quem está no topo da pirâmide não ouve a opinião de quem está diariamente no terreno, então temos um desfasamento muito preocupante e que pode ser prejudicial.

 TREINADOR do MFC aponta falhas ao novo modelo competitivo nacional